É lamentável a tragédia que assolou a região serrana do Rio de Janeiro, uma área belíssima que sempre encantou turistas do mundo inteiro, mais do que pensar nas perdas materiais, imprecindíveis é claro, pior é saber das perdas humanas e de tantas famílias em luto, por mães, pais, filhos e tantos outros membros queridos. No entanto, as crianças nessas horas são as maiores vítimas, por motivos obvios, diante da sua fragilidade física e incompreensão das consequências futuras, especialmente quando na pior das hipóteses ficam órfãs. Felizmente, já existem leis que as protejem em situações de emergência, prevendo todas as dificuldades que por ventura enfrentarão. Foi o que notificou a representante no Brasil do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Marie-Pierre Poirier ao afirmar que em casos de emergência as crianças e adolescentes encontram-se mais expostos a situações que podem afetar permanentemente seu desenvolvimento físico e psicológico, como desnutrição, surtos de doenças infecciosas, interrupção das atividades escolares, abuso sexual etc. E situações como a do Rio de Janeiro, por exemplo, podem gerar também repercussões profundas e, muitas vezes, de longo prazo, como a perda de qualidade de vida e da rotina familiar, comprometimento da saúde e nutrição, além de traumas psicológicos permanentes. Aqui é que entra a ação de governos e sociedade num trabalho conjunto e sistemático para que os impactos nas crianças e suas famílias sejam os menores possíveis.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
O impacto das tragédias nas crianças
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1 comentários:
Parabéns peo texto...
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