Em falando-se de barriga de aluguel, sir Elton John e seu parceiro estão radiantes com a chegada de seu filho Zachary Jackson Levon Furnish-John, via barriga de aluguel. Os pais declararam que estão muito felizes e que não ligam se o filho será gay ou não, o importante é que seja feliz. Os casais gays são os maiores beneficiários desta prática de barrigas de aluguel, o cantor latino Rick Martin também teve seus filhos gêmeos assim, e afirmou que os filhos serão criados com muito amor e quando perguntarem pela mãe ele se apresentará como "o pai". É aceitável que todos querem ser pais, e os gays também tem os seus direitos, mas polêmicas à parte, as coisas não são tão simples como parecem nas falas dos felizes pais. As crianças crecem e junto com elas as dificuldades que implicam criar seres humanos, os questionamentos sobre pai e mãe com certeza vão surgir, e o preconceito enfrentado por elas também, na escola, no parquinho, entre amigos. Nós vivemos em em mundo extremamente contraditório, se por um lado há os diretos humanos que defendem igualdade para todos, por outro parece que estamos no período das cavernas, tamanhas as atrocidades humanas que ainda persistem. Todas as crianças podem ser vítimas de preconceito, seja racial, social, econômico ou étnico, e as crianças que estão nascendo das uniões gays também, cada uma com suas dificuldades em particular, e o que podemos fazer é nos preparar para conviver em paz com esse novo modelo familiar e nos adaptarmos. Mas, sem a falsa ilusão de que apenas o amor será suficiente para evitar qualquer sofrimento destes pequenos, que podem encarar tudo com naturalidade ou não. Ainda existe muita maldade no mundo e a única maneira de combatê-la não é fingindo que ela não existe, mas enfrentando-a.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Casais pagam por um filho
FONTE: Revista Veja, 07 maio 2008, edição 2059.
http://www1.folha.uol.com.br/folha
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| o casal Chris e Susan Morrison com os filhos Louis e Freda. Eles pagaram uma barriga de aluguel |
No mundo das celebridades é comum relatos de mulheres que não podem ter filhos por vias normais, apelarem para as barrigas de aluguel, o método consiste na fecundação do óvulo em laboratório e na transferência do embrião para o útero da receptora. Foi o que aconteceu com as atrizes Sarah Jessica Parker ano passado, depois de anos tentando uma segunda gravidez, foi agraciada com duas menininhas gêmeas; e mais recente Nicole Kidman, 43 anos, mãe de Sundance Rose, 2 anos e meio, que ganhou a pequena Faith Margaret de 4 semanas, cuja gestação foi mantida em sigilo absoluto para protegê-las do assédio da mídia. Porém, embora esta seja uma prática bem comum hoje em dia, em que muitas mulheres dispõe de mais recursos para realizar o sonho da maternidade, ainda existe muita polêmica em torno deste assunto, onde um grande número de países proíbe tal procedimento até por questões religiosas. No Brasil a barriga de aluguel é permitida apenas em caráter de solidariedade, sem custos, e somente apenas entre parentes de até segundo grau, obrigando apenas que a mãe locatária se responsabilize pelo tratamento da outra mulher, segundo orientações do Conselho de Medicina. Em alguns estados dos Estados Unidos, como California e Flórida, aceita-se o procedimento com recompensa financeira e o valor cobrado gira em torno de 25.000 doláres. Já na Índia não existe nenhuma restrição legal a respeito disso e hoje é um país muito procurado pelas mulheres que escolheram este caminho para realizar o sonho da maternidade. O procedimento lá é permitido por lei e o valor cobrado pelo alguel da barriga é de 7.000 doláres, um dos mais baixos. As indianas vem sendo tão solicitadas que já se ouve falar até em “turismo de medicina reprodutiva”, e em sua grande maioria são mulheres muito pobres. Como foi noticiado pelo jornal britânico Daily Mail o crescente aumento de casais britânicos que buscam mulheres indianas para gestar seus filhos. A questão gera muita polêmica porque ainda não se chegou a um conseso entre países sobre a ética envolvida, afinal qual é o limite para se ter um filho? Então, pense nisso!
FONTE: Revista Veja, 07 maio 2008, edição 2059.
http://www1.folha.uol.com.br/folha
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domingo, 6 de fevereiro de 2011
O impacto das tragédias nas crianças
É lamentável a tragédia que assolou a região serrana do Rio de Janeiro, uma área belíssima que sempre encantou turistas do mundo inteiro, mais do que pensar nas perdas materiais, imprecindíveis é claro, pior é saber das perdas humanas e de tantas famílias em luto, por mães, pais, filhos e tantos outros membros queridos. No entanto, as crianças nessas horas são as maiores vítimas, por motivos obvios, diante da sua fragilidade física e incompreensão das consequências futuras, especialmente quando na pior das hipóteses ficam órfãs. Felizmente, já existem leis que as protejem em situações de emergência, prevendo todas as dificuldades que por ventura enfrentarão. Foi o que notificou a representante no Brasil do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Marie-Pierre Poirier ao afirmar que em casos de emergência as crianças e adolescentes encontram-se mais expostos a situações que podem afetar permanentemente seu desenvolvimento físico e psicológico, como desnutrição, surtos de doenças infecciosas, interrupção das atividades escolares, abuso sexual etc. E situações como a do Rio de Janeiro, por exemplo, podem gerar também repercussões profundas e, muitas vezes, de longo prazo, como a perda de qualidade de vida e da rotina familiar, comprometimento da saúde e nutrição, além de traumas psicológicos permanentes. Aqui é que entra a ação de governos e sociedade num trabalho conjunto e sistemático para que os impactos nas crianças e suas famílias sejam os menores possíveis.
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Crianças sob controle!
O que podemos dizer a respeito da importância de marter a calma em todas as situações de nossa vida, especialente em momenos críticos em que o mundo parece conspirar contra nós; na vida amorosa, familiar, profissional e em especial das mamães, esqueçamos os momentos que elas tem vontade de arrancar os cabelos por traessuras de seus pimpolhos. O fato é que a calma é imprecindível sempre, podemos até perder o controle de vez em quando (na TPM obvious), mas é melhor menter o autocontrole, principalmente em nome de nossa saúde física e mental, pois sabemos os males que a raiva e o destempero podem causar em nossos corpos. Pesquisadores da Universidade Duke, da Carolina do Norte (Estados Unidos), foram ainda mais longe e ao estudarem mais de mil crianças da Nova Zelândia que se auto-avaliaram e foram avaliadas por seus professores, pais e outros observadores, descobriram que as crianças que mostram pouco controle de si mesmas aos três anos correm maior risco que as demais de sofrer, antes dos 32 anos, problemas de saúde, com drogas, dificuldades financeiras e com a Justiça. Entre os critérios de avaliação estão a incapacidade para controlar a raiva, a falta de perseverança para alcançar objetivos, dificuldades para terminar tarefas, hiperatividade, tendência a agir antes de refletir e falta de escrúpulos. Quer mais? Ok mamies, então cuidado com o descontrole aparentemente inofencivo de suas crianças, podem ser indícios de problemas graves no futuro próximo, mas 'no panic', apenas tente contornar os conflitos sempre mostrando que existem alternativas mais saudáveis para lidar com a raiva e solucionar seus problemas. Então, pense nisso!
FONTE: (Zero Hora (RS) - Boletim Primeira Infância
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Filha de Gweneth Paltrow chupa dedo
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| Apple e seu deleite |
Singela essa imagem da filha da atriz Gweneth Paltrow, Apple, chupando seu dedinho. Mas, realmente, esse hábito, pouco higiênico, é o terror de muitas mamães, embora saibamos que em algum momento quase todos os bebês recorram a ele para se consolar naqueles momentos em que se sentem sozinhos ou para se lembrarem das doces mamadas, enfiam com prazer os dedinhos na boca e chupam á vontade. As mães, é claro, apelam para as chupetas, hoje anatômicas e segundo especialistas não mais tão prejuducial à dentição das crianças, embora as opiniões se dividam, é claro, porque há aqueles que acreditam ser muito prejudicial à criança. Polêmicas à parte, as chupetas podem até passar, a mãe lave e esteriliza com cuidado, mas os dedinhos são realmente um problemas, a criança pega em vários objetos e com certeza os enche de bactérias que se levadas para a boca podem causar sérios problemas de saúde. Fiquem ligadas mamães!
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A mãe de aluguel mais fértil
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| Carole Horlock com seus trigêmeos |
No Brasil, sabemos que é proibido por lei mulheres alugarem suas barrigas para outras mulheres realizarem o tão almejado sonho da maternidade, porém em outros países isso é muito utilizado por tais mamães, até mesmo famosas, como foi o caso da atriz Sarah Jessica Parker da série televisiva Sex and the City, que este ano foi agraciada com gêmeas em uma barriga de aluguel. Mas, nada se compara ao caso da mulher que mais alugou a própria barriga para outras mamães, Carole Horlock, de 42 anos, deu à luz a 12 bebês em 13 anos, inclusive a trigêmeos. Ela afirma que, quando começou a ser mãe de aluguel, pensou em fazer aquilo uma vez, mas que gostou muito da experiência. Diz ainda que no caso dos trigêmeos não fez nenhuma exigência aos pais, só pediu que eles mandassem uma carta e uma foto anualmente, para que ela soubesse como eles estão se desenvolvendo. Entretanto, essa 'super-mãe' não é totalmente feliz: seu pai não se relaciona com ela, revoltado por ela está doando seus netos. É, faz sentido.
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Crianças brasileiras não frequentam creche
Antigamente, bem antigamente mesmo, as crianças tinham um tratamento bem diferente dos dias atuais, estavam muito distante do quadro de "inocência em desenvolvimento" que exigia cuidados e atenção constante. Em famílias de muitos filhos, normalmente eram vistas como pequenos adultos, sendo envolvidos em todas as atividades da casa e por vezes trabalhavam tal qual um adulto, não eram poupadas de absolutamente nada, além de só irem à escola em algumas exceções para aprender apenas o básico, ler e escrever para os mais pobres, sendo as mais abastadas com acesso a um pouco mais de instrução, e ainda tendo que conviver com a famigerada exclusão das meninas. Com o passar dos anos isso tudo mudou e na atualidade cuidar das crianças é imprescindível, além das muitas leis que as protegem, hoje é obrigação do estado ter todas as crianças em idade escolar na escola, e quando fora dela, brincando. Porém, a educação pra os pequeninos ainda não alcançou o mesmo nível de avanço, afinal nem todos os estados asseguram o ensino maternal à suas crianças. A creche se configura também como um lugar de cuidados infantis, além de poder ajudar as mães que trabalham e não tem com quem deixar seus filhos. No entanto, esse benefício não está sendo aproveitado, é o que parece com o resultado do levantamento realizado pela Fundação Abrinq que constatou que 80% das crianças brasileira de zero a três anos, contrariando o Plano Nacional de Educação (PNE) que tenta mudar essa realidade através de propostas que assegurem o ingresso de crianças nessa faixa etária em creches, embora a Constituição Federal assegure apenas o ensino a pessoas de 4 a 17 anos. Particularmente acho importante o ensino infantil iniciar cedo, porém não muito cedo, salvo àquelas mães que precisam trabalhar fora de casa e realmente necessitam das creches para deixar seus filhos, penso que pode ser mais saudável para o desenvolvimento da criança ficar em casa até uma idade que se sinta mais segura para estabelecer outras relações e as figuras paternas já estejam mais seguras em seu pequeno ego. O lar materno oferece uma estrutura segura e confortável para a criança, onde ela se sente amada e protegida, sair desse meio muito cedo pode acarretar angústias que possivelmente ainda não sabem lidar. alguns especilaista defentam a idéia que quanto mais cedo a criança inicie suas relações fora do lar materno, tanto melhor para elas, acreditam que assim podem lidar melhor com a socialização. Por outro lado o tiro pode sair pela culatra e a mãe acabar criando um entrave para a mesma. Então, não puxe as flores, se quiser colocar seu filho em escolas muito cedo (dois ou três anos) pode tentar, é um direito seu, porém se ele não conseguir se adaptar não insista muito e espere até um momento que ele sinta-se melhor. Respeite o momento do seu filho. Então, pense nisso!
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| Kate Hudson pegando o filho na escola |
FONTE: BOLETIM PRIMEIRA INFÂNCIA
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segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Super-heróis fazem mal a crianças
Um estudo realizado por uma psicóloga da Universidade de Massachusetts (EUA), chama a a tenção dos pais para a influência da imagem dos super-heróis no desenvolvimento infântil. O alerta vai pelas cenas de violência cada vez mais comuns nos personagens, bem como mensagens que ofendem os valores éticos das famílias. A questão é na verdade até que ponto realmente isso tudo pode afetar os pequenos. É claro que sem dúvida os personagens da infância são altamente influenciáveis na vida deles, tanto que são imitados ao extremo, diga-se as turminhas que se fantasiam de Harry Potter, ou os seguidores da Saga Crespúsculo, e ainda há os fanáticos por video-games de luta, muitos com sangue jorrando tudo o mais. Mas, as crianças também estão expostas a outro tipo de violência bem mais real do que nos filmes ou revistas, é a violência nas ruas, exposta em detalhes na mídia, e eles acompanham tudo. É natural o temor dos pais, porém acredito que tudo depende muito de como toda essa violência e/ou deturbação de valores é discutida em casa, os pais precisam sempre estar chamando a atenção para os valores que querem que seus filhos aprendam, cultivem, internalizem para usar na sua vida. E quando o filho tem uma compreensão, apoio e vigilância dos pais continuamente em suas vidas, fica mais difícil que eles levem de fato para sua vida as cenas de violência que assistem, tornando-se ao contrário, defensores da paz.
FONTE: Boletim Primeira Infância
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Mães não sabem amamentar
Isso foi o que revelou em recente pesquisa o Centro de Referência Estadual em Bancos de Leite Humano do Piauí, ficou constatado que uma em cada quatro mulheres enfrenta dificuldades na hora de amamentar. Da amostra de mulheres pesquisadas 24% tiveram problemas como mamas muito cheias, baixa produção de leite, fissura do bico e dificuldades de posicionar o bebê. Aí, nessa hora me vem a questão tão largamente discutida pelo honorário psiquiatra inglês Donald Winnicott, ao argumentar que se uma mãe for deixada por si só ela saberá exatamente o que fazer, pois na sua relação com seu bebê, ela será capaz de identificar-se a tal ponto com ele que será impossível qualquer tipo de falha. E ainda completou que os médicos e enfermeiras tudo que podem fazer é deixá-los a sós. Por isso, eu me pergunto: será que foi dada essa oportunidade à essas mãezinhas? Na ansiedade que provoca na família com a chegada de um novo bebê, às vezes as pessoas em volta da dupla mãe-bebê mais atrapalham do que ajudam, na ânsia de cada um em tentar prestar algum auxílio. Apenas deixe-os a sós, não sozinhos, o que é bem diferente, somente dêem chance deles se conhecerem sem muita interferência e as coisas acontecem naturalmente. Os pesquisadores acreditam que o problema está na falta de orientação dos pediatras e/ou assistência no pré-natal, certamente que o acompanhamento adequado é importante, mas é bom refletir que em alguma situações o excesso de informação só confunde e atrapalha.
FONTE: Boletim Primeira Infância
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Mãe salva filho no Paquistão
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| Samia e seu filho Saddam de 2 anos |
Uma mulher está sentada numa barraca de lona improvisada por voluntários de organizações humanitárias, ela acaba de perder tudo, ela se chama Samia e foi vítima de uma enchente que devastou a localidade de Hoji, no Paquistão, arrastando casas e vidas humanas insubistituíveis. Porém, embora tenha perdido todos os seus pertences e sua casa, ela está feliz, em seu colo segura com carinho o pequeno Saddam, seu filho, que junto com ela e alguns parentes próximos conseguiu se salvar, um tio que trabalha numa dessas ongs os avisou a tempo e mesmo com o suor escorrendo pelo rosto e sendo atacada por moscas na barraca lotada de gente, ela se diz grata por está em segurança com o filho. Agora ela só pensa em voltar a reconstruir sua casa e sua vida ao lado de sua família. Quando vejo relatos assim fico comovida com o desprendimento que a maternidade dá às mulheres, onde a felicidade de estar com o filho nos braços supera qualquer dificuldade e mesmo tragédias. Boa sorte para ela e seu filhinho.
FONTE: http://www.unicef.org/
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